O PRESIDENTE DO MOVPAZ ,ALMIR LAUREANO ESCLARECE EM NOTA QUE NÃO É A FAVOR DO MÉTODO DE SEGURANÇA APLICADO EM BOGOTÁ

O blogueiro , Dema Macedo este signatário que vos escreve , abre espaço para o presidente do Movpaz PB esclarecer que houve um mal entendido na sua fala enquanto sua intervenção no encerramento do I Fórum de Segurança Pública de João Pessoa, como também sou um promotor da Paz no convívio nas comunidades que represento como presidente de Associação e mediador de conflitos e para dirimir duvidas abaixo vem à nota de Almir Laureano na sua integra... 

Estimado Dema Macedo,

Fiquei surpreso quando li em sua coluna em seu blog, do dia 18 de maio de 2013, (declaração bombástica – No I Fórum de Segurança Pública de João Pessoa Almir Laureano diz que o Governo deveria exterminar os traficantes) que a Paraíba deveria copiar Bogotá e fazer literalmente a limpeza exterminando os traficantes.
Queremos do amigo, que retifique por gentileza esta notícia bombástica, pois não foi o que falei. Falei sim, que em Bogotá, os que não quiseram sair de “el cartucho” por vontade própria, saíram pela força das armas e muitos foram mortos em confronto com a polícia.
No entanto, a nossa convicção para superação da violência não passa por limpeza ou extermínio de traficantes, ou de quem quer que seja.
Estamos convictos de que violência gera violência, trabalhamos por uma sociedade pacificadora, não lutamos contra ninguém e nem contra nada, nosso caminho é paz pela paz.
O nosso caminho de rejeição á violência, passa primeiramente pela a educação pela paz e é nela que devermos envidar todos os nossos esforços para superação da mesma.
Quando falei, que no momento, João Pessoa, passa pela sua maior dificuldade em relação á violência, sua superação, passa pela educação pela paz, campanha pelo desarmamento, e, quando me referi a uma repressão necessária, falei de uma repressão qualificada e forte, mas, não violentadora e exterminadora, esse tipo repressão só faz aumentar a violência, pois os embates nunca terminam.
Repressão forte, qualificada, passa primeiramente pelo trabalho de inteligência, quanto mais inteligente for ás ações da segurança pública, menor violência será praticada, mesmo que justificada para combater bandidos.
Somente a título de exemplo, no tempo do famoso bandido Escadinha do Rio de Janeiro, foi realizada uma operação pela Polícia, uma operação forte e inteligente, os bandido estavam com mais de vinte armas de todo tipo para o confronto com a polícia, mas, como a ação foi feita com a inteligência funcionando primeiramente, todos foram presos, de surpresa, de tal modo, que nenhum tiro foi necessário, é nesse tipo de repressão qualificada, inteligente e forte que acreditamos.
Não acreditamos em pena de morte, extermínio, higienização, se não queremos para nós, da mesma forma não queremos para ninguém, mesmo que sejam bandidos e traficantes.
Bandidos, traficantes que infligem ás leis, devem pagar pelos seus crimes com os rigores das leis, mas, nunca pela pena de morte ou extermínio.
Obrigado por nos atender e postar a nossa resposta, com a mesma relevância que foi dada a reportagem acima aludida. Sugerimos se possível for, que a nossa resposta possa ser antecedida da mesma forma: declaração bombástica: “Almir Laureano e o Movpaz não acreditam em extermínio, pena de morte, violência e em todo tipo de armas e bombas como soluções definitivas e sustentáveis para superação da violência”.
Um dia em nossa sociedade, não sei quando ainda, nós seres humanos,  não mais necessitaremos de armas, sejam elas quais forem, para resolver nossas divergências, diferenças e problemas/desafios.
Apesar dos pesares, estamos a cada dia nos humanizando cada vez mais.
Nunca em tempo algum, falamos e agimos com ideias pacificadoras e de direitos humanos como nos dias atuais, certamente, embora a colheita atualmente seja ainda tímida, no tempo certo, colheremos mais poderosamente os seus frutos.
Paz Pela paz
Almir Laureano
Movpaz

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Quem é Dema Macedo

O Blogueiro Dema Macedo é Presidente da Asssociação de Moradores no Condomínio Valparaíso no Bessa, em João Pessoa, com ampla participação nas comunidades ao redor e locais do Bessa, faz a ligação do poder público com as comunidades, procurando solucionar os problemas socias, de infraestrutura e apoio familiar. Também participa ativamente do cenário político em em Cuité, município onde nasceu.
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