PELA REFORMA POLÍTICA NÃO MAQUIADA

Ainda colunista do CuitéPBOnline , escrevi uma matéria sobre a reforma politica e ainda continuo pensando da mesma forma que a Reforma Política não pode ser Maquiada nem tirar do foco a redemocratização deste País  o prazo da reforma foi adiado e esquecido por anos , volta á tona agora com o povo nas ruas . Segue o texto :


Na verdade o que se pensa os políticos com raras exceções é que a “Reforma Politica” se passe apenas pelos interesses “político-partidários” tirando o foco da pauta da “Redemocratização do Estado”.

Muitos temas polêmicos devem ser debatidos, que estão inseridos em torno da reforma politica e que não fiquem apenas numa “maquiagem politica.” O Congresso Nacional tem um prazo até o mês de outubro de 2011 para que a reforma seja aprovada, caso contrário não vai valer para as eleições de 2012.

Irei fazer uma explanação e de forma pedagógica, pontuarei meu ponto de vista a respeito de algumas possíveis mudanças na Reforma Politica: Inicialmente destaco que a população já sai perdendo na discussão da Reforma, quando a comissão parlamentar já se posiciona contra o “VOTO FACULTATIVO” porque esse é um interesse do povo e não da maior parte da classe politica.

A extinção da REELEIÇÃO e a prorrogação do MANDATO PARA CINCO ANOS: A reeleição foi criada exatamente para o gestor ser reconduzido ou não ao poder, analisando por esse prisma não há vantagem sobre os concorrentes, pois a exemplos de gestores que não são reconduzidos pelo povo. De certa forma como vivemos no país de faz de conta, por bem instituir a Prorrogação do Mandato para cinco anos. 

FIM DAS COLIGAÇÕES PROPORCIONAIS (sistema de eleição atual de vereadores, deputados e senadores) às vezes se torna injusto, uma vez que se você fizer campanha para um determinado candidato, quase sempre corre o risco de ajudar outro candidato da “coligação” indesejada.
VOTO DISTRITAL ou Distritão: Já foi banido do País, só quem tem vez é quem e ligado à situação, assim a oposição seria esmagada e mais ainda os partidos emergentes. Desta forma os partidos pequenos reduzidos a quase nada, servindo apenas para se coligar com a eleição de Prefeito, Governador e Presidente (Majoritária), o clientelismo será contundente, sem contar a briga interna pelo curral eleitoral. O voto distrital funciona em países com formação politica e ainda estamos longe dessa proeza.

LISTA PARTIDÁRIA: Se não for muito fechada pelo partido, devera ser feita com cautela e pré-ordenando a lista com nomes de candidatos que não sejam envolvidos com “(corrupção, fraudes, desonestidade) nesse ponto a lista “suja” com esses nomes e nomenclaturas, afastariam os eleitores”.

FINANCIMENTO PÚBLICO DE CAMPANHA: Implantando o financiamento público, poderá ser apenas uma “cortina de fumaça” e o “caixa dois” ainda será a válvula de escape para sobrepor o concorrente. Essa prerrogativa de excluir o financiamento de campanha por empresas é uma mala com alça somente para alguns candidatos.

UNFICAÇÃO DAS ELEIÇÕES: Prorrogar os mandatos para coincidirem os pleitos eletivos será um custo menor para os cofres públicos, mas o medo dos parlamentares são os votos em branco.

FIM DA CLÁSULA DE BARREIRA: Os partidos “pequenos” sem o percentual representativo no Congresso Nacional teria igualdade na participação no horário politico da mídia, mas ainda não temos um país com formação politica, capaz de uma sigla ser independente e não servir de ponte ou aluguel de outra sigla.

FIM FIDELIDADE PARTIDÁRIA: Fidelidade é uma coisa rara, imaginem partidária somente os caciques políticos são fieis a si mesmo.

ISENÇÃO DE CANDIDATURAS SEM FILIAÇÕES PARTIDÁRIAS: Essa é uma matéria que foge da realidade do nosso país que não possui a formação politica necessária de aceitar um eleitor independente imagine um candidato sem lê na cartilha partidária.

A ideologia de CAZUZA não era partidária “Queria Ideologia para Viver”. Viver mudança, mudar o Brasil em todos os sentidos... Deu o passo para morte sem ressentimentos de culpa, estava bem acompanhado com pessoas que queria mudar alguma coisa. Socialista (Sistema) por vocação e por amor incondicional a igualdade humana. Igualdade essa que ainda lutamos num pais onde as mulheres representam apenas 9% do parlamento e 51% da população. Até parece que os índios não são brasileiros, depois do conturbado mandato de Juruna não deram chance real a outro exercer um cargo.

Category: Coluna Dema Macedo
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Quem é Dema Macedo

O Blogueiro Dema Macedo é considerado um líder comunitário dos mais atuantes em sua região no Bessa, com ampla participação nas comunidades ao redor, também foi presidente da Associação de Moradores no Condomínio Valparaíso. Suas ações consiste em fazer a ligação do poder público com as comunidades, procurando solucionar os problemas sociais, de infraestrutura e apoio familiar. Também participa ativamente do cenário político em em Cuité, município onde nasceu.
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