segunda-feira, 30 de setembro de 2013

DEVASTAÇÃO DA HISTÓRIA DE NOVA FLORESTA

O prédio do Nova Floresta Clube será leiloado e as autoridades públicas do município estão inertes, populares se mobilizam nas redes sociais contrário a ‘Venda do Imóvel’ mediante um bem que foi construído bem próximo a data de fundação do município. Os sócios, talvez meia dúzia quiçá tomassem o exemplo do Cuité Clube que se transformou no ‘museu’ que ao invés de apagar da memória a história da sociedade, revive a história do homem do Curimataú. 

Não tenho o estatuto do clube nas mãos, porém muitos deles especificam que seus sócios podem declarar falência da entidade e destinar seus bens, entre eles o imóvel. Independente da redação do seu estatuto o imóvel presta relevante serviços sociais, o bastante para que se entre com uma medida cautelar de cancelamento do leilão com pedido de liminar, e  a prefeitura de Nova Floresta entrar com processo de desapropriação para fins sociais. É descabido a prefeitura alegar falta de recursos, a desapropriação para fins sociais a avaliação do imóvel é diferenciada e o pagamento pode ser feita de forma parcelada. 

Falo com propriedade do Nova Floresta Clube, lá dancei pela primeira vez com minha esposa, depois foi à casa de recepção do meu matrimônio. Espaço que reservou encontros e reencontros, na atualidade aos domingos funciona o “Forró do Idoso” nos demais dias espaço para o Programa de Erradicação de Trabalho Infantil (Peti) e Pro Jovem.

Onde estar à procuradoria do município de Nova Floresta que não intervém neste leilão?  O que meia dúzia de sócios do Clube, deveria estar preocupada em saber como destinar o imóvel para ‘ tombamento’ e não para venda a terceiros. Todo e qualquer Clube são construídos a duras penas, portando se deve respeitar a memória da primeira diretoria dos seus sócios beneméritos e contribuintes que se foram e agora participam do clube de Jesus, lá este não tem preço.  


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