terça-feira, 1 de outubro de 2013

DISCORDO DA PESQUISA QUE MULHER DE BUNDA GRANDE VIVE MAIS E SÃO MAIS INTELIGENTES

Vou logo dizendo que discordo de uma suposta pesquisa da Universidade de Oxford, que rola na web que concluiu que mulheres com bumbum grande, vivem mais e são mais inteligentes. Minha vó era baixinha não tinha o bumbum grande e morreu aos 99 anos em Cuité. A pesquisa não fala da cor natural dos cabelos , nem dos oxigenados  como fica as louras como Carla Peres que teve o bumbum até colocado no seguro na época que estava tudo em cima e é considerada loura burra .



De acordo com os pesquisadores, ter nádegas de tamanho grande previne o desenvolvimento de diabetes e com as mulheres que além de ter o bumbum grande, tem a cintura fina são mais inteligentes que as outras.
Os cientistas analisaram e compararam a gordura do abdômen feminino com a das pernas e nádegas, encontrando que a gordura proveniente da parte baixa do corpo das mulheres previne o desenvolvimento de diabetes, devido à quantidade e tipo de hormônios que contém.

As gorduras das nádegas produzem hormônios que ajudam a metabolizar açúcares e outros lipídios de forma mais simples, diferente da gordura abdominal que segrega hormônios com o efeito contrário.

A inteligência que os cientistas defendem, deve-se aos ácidos graxos Omega 3 que se acumulam e que intervêm no desenvolvimento do cérebro.

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3 comentários:

  1. Inteligência e conhecimento não são sinônimos. Pessoas mais esforçadas ou com melhores oportunidades podem ter mais cultura que outras mais inteligentes.
    Os estudos de 2010 são sérios. Liderados pelo professor Konstantinos Manolopoulos em Oxford. Há estudos semelhantes nas universidades da Califórnia e Pittsburgh.
    As pesquisas envolvendo genética apontam tendências. Não são fatores determinantes são no máximo limitadores.
    Por exemplo: Faz de conta que tu tens gens para ter resfriado e eu não. Mas tu resolveste morar no Maranhão e eu na serra gaúcha. Tu podes nunca ter resfriado e eu ter um a cada inverno.

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  2. Inteligência e conhecimento não são sinônimos. Pessoas mais esforçadas ou com melhores oportunidades podem ter mais cultura que outras mais inteligentes.
    Os estudos de 2010 são sérios. Liderados pelo professor Konstantinos Manolopoulos em Oxford. Há estudos semelhantes nas universidades da Califórnia e Pittsburgh.
    As pesquisas envolvendo genética apontam tendências. Não são fatores determinantes são no máximo limitadores.
    Por exemplo: Faz de conta que tu tens gens para ter resfriado e eu não. Mas tu resolveste morar no Maranhão e eu na serra gaúcha. Tu podes nunca ter resfriado e eu ter um a cada inverno.

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  3. ou seja se a mulher melancia consumir muito mais gordura saturada que uma top model pode perder os benefícios da bunda e ter problemas cardiovasculares

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