BOMBA : MINERADORES PAGAM O PREÇO DAS EXPLOSÕES DE BANCOS NA PARAÍBA

Em Picuí a terra do minero e carne de sol, até o momento sem data para “Festa da Carne de Sol” e sem data para os garimpeiros voltarem ao trabalho por falta da liberação legalizada de” explosivos”.


Enquanto a Segurança Pública não for encarada neste país como prioridade efetiva e carimbada com recursos públicos específicos a ser investidos , assim como o percentual mínimo na saúde e educação a violência campeará nos quadrantes do Brasil.

Segundo o pesquisador e técnico em mineração da região do Curimataú e Seridó paraibano, Antonio de Pádua Sobrinho  é preciso que as autoridades competentes, órgãos, instituições e entidades ligadas ao setor mineral tomem providencias para esta problemática, pois  vários garimpeiros estão parados sem poder trabalhar o que é preocupante. 

A falta de explosivos se deu após uma mega operação denominada de “Operação Fronteira “ desencadeada pelo Ministério da Justiça com a participação das Polícias civil, militar, rodoviários e federais chegaram a apreender somente no município de Picuí:  Explosivos, 13 estopins com espoleta, 296 metros de cordel detonante e 13 metros de estopim. O material irregular foi entregue ao Batalhão de Operações Especiais da Policia Militar.

No Brasil em especial no Nordeste aumentaram ataques a bancos com explosões a caixas eletrônicos, e o que os donos dos bancos estão fazendo para colaborar com a segurança pública para evitar esse modus operandi – Nada. 

O governador do Estado da Paraíba, Ricardo Coutinho em uma das entrevistas após sua reeleição falou sobre o tema e declarou que pela inércia dos bancos em não fazer nada para aumentar a segurança das agências,  ele governador  prefere muito mais trabalhar para reduzir os homicídios no estado do que se preocupar com os banqueiros (que só visam altos lucros). 

Enquanto isso a mineração, uma das principais atividades no município de Picuí está paralisada, sendo uma alternativa no período da seca para gerar emprego na região. “ Necessário que   entidades ligadas ao setor mineral tomem providencias para esta problemática pois  vários garimpeiros estão parados sem poder trabalhar o que é preocupante”. Disse Antônio de Pádua.


As fiscalizações são importantes, porém deveriam ser continuas e de pronto trazer alternativas e condições legais para combater as irregularidades.  Infelizmente a criminalidade acontece a partir de roubos de armas dos quartéis e batalhões de policias imaginem o desvio de explosivos para fins de estouros a bancos. 


 “As Normas Reguladoras de Mineração – NRM Operações com Explosivos e Acessórios, é clara o transporte e utilização de material explosivo deve ser efetuada por pessoal devidamente treinado, respeitando-se as Normas do Departamento de Fiscalização de Produtos Controlados do Ministério da Defesa e legislação que as complemente. O plano de fogo da mina deve ser elaborado por profissional legalmente habilitado. A execução do plano de fogo, operações de detonação e atividades correlatas devem ser supervisionadas ou executadas pelo técnico responsável ou pelo bláster legalmente registrado.” Disse Sobrinho



 “Uma saída para resolver à problemática é com a legalização da área junto aos órgãos regulamentadores e com a regularização dos explosivos, além da contratação de profissionais da área como técnico em mineração, geólogo engenheiros de minas e blaster profissional habilitado para trabalhar com explosivos, incluindo ainda técnico em segurança de trabalho, ou capacitar os garimpeiros para que eles possam ser blasters neste caso deveria ser feito a terceirização, Ou seja, adquirir explosivos de um paiol terceirizado, além de conscientizar os mineradores quanto à contratação de mão de obra especializada para realização dos planos de fogo, ao acesso a inovações tecnológicas e a cultura de preservação ao meio ambiente. ‘ Concluiu o técnico  



Compartilhe no Google Plus

Quem é Dema Macedo

O Blogueiro Dema Macedo é considerado um líder comunitário dos mais atuantes em sua região no Bessa, com ampla participação nas comunidades ao redor, também foi presidente da Associação de Moradores no Condomínio Valparaíso. Suas ações consiste em fazer a ligação do poder público com as comunidades, procurando solucionar os problemas sociais, de infraestrutura e apoio familiar. Também participa ativamente do cenário político em em Cuité, município onde nasceu.
    Comente por aqui
    Comente com o Facebook

0 comentários:

Postar um comentário

Dê a sua opinião sobre esta publicação.