JORNAL NACIONAL CITA DEPUTADO PARAIBANO EM ESQUEMA DE CORRUPÇÃO , ASSESSORIA DE MANOEL JÚNIOR EMITIU NOTA

O deputado federal pela Paraíba , Manoel Júnior ( PMDB)  foi alvo de denúncia em esquema de corrupção junto com o presidente da Câmara Eduardo Cunha  e mais  nove outros deputados , noticiado  no  Jornal Nacional, da TV Globo.
A reportagem exibida  em rede nacional, na noite desta segunda-feira (2),  diz que o deputado Paraibano   Manoel Júnior (PMDB-PB) é um dos investigados em novo inquérito aberto pela Procuradoria-Geral da República (PGR).

De acordo com a TV Globo, Manoel Júnior e mais três parlamentares integram a “tropa de choque” do presidente da Câmara do Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Todos eles estão sendo investigados por crimes de corrupção ativa, passiva e lavagem de dinheiro.

A Procuradoria-Geral da República abriu um novo inquérito para investigar o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, e um grupo de aliados dele – deputados e ex-deputados.

A aliança desses deputados com Eduardo Cunha ficou explícita no Conselho de Ética da Câmara. Os aliados dele têm feito de tudo para adiar qualquer decisão sobre o processo que pode levar à cassação do mandato.

No último final de  semana, o jornal “Folha de S.Paulo” já mostrava  que o Supremo Tribunal Federal tinha aberto  um novo inquérito contra  Eduardo  Cunha. E junto com o presidente da Câmara também vai ser investigada parte da chamada “tropa de choque” dele por crimes de corrupção ativa, passiva e lavagem de dinheiro
.
São citados no inquérito os deputados Manoel Júnior e Altineu Côrtes, do PMDB; André Moura, do PSC; Arnaldo Faria de Sá, do PTB; e os ex-deputados Alexandre Santos, João Magalhães, Nelson Bornier e Solange Almeida, do PMDB, e Carlos Willian, do PTC.

Eduardo Cunha é agora alvo de três inquéritos e de duas denúncias no Supremo Tribunal Federal. Em uma delas, virou réu. Nesse novo inquérito, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, afirma que aliados do presidente apresentaram mais de 30 requerimentos de convocação, solicitação de documentos e pedidos de auditorias em diversas comissões da Câmara, inclusive na CPI da Petrobras, para pressionar o grupo empresarial Schahin e beneficiar o doleiro Lucio Funaro, aliado de Cunha, que também vai ser investigado.

O presidente da Câmara, segundo Janot, mobilizou os aliados para favorecer os interesses de Lucio Funaro por causa de uma disputa com o grupo Schahin. O conflito começou com a construção da hidrelétrica de Apertadinho em Rondônia.
O grupo Schahin foi contratado pela empresa Cebel, Centrais Eletricas Belém, para fazer a obra da hidrelétrica. Houve um acidente: uma barragem se rompeu, provocando uma disputa judicial.

A assessoria do deputado Manoel Júnior emitiu uma nota de esclarecimento nas redes sociais à respeito da matéria veiculada na noite da segunda-feira (2) no Jornal Nacional onde cita o nome do deputado envolvido em esquema de corrupção junto ao presidente da câmara Eduardo Cunha , veja a nota na integra . 

NOTA DE ESCLARECIMENTO
1. Reportagem de hoje do Jornal Nacional citou dois requerimentos apresentados pelo Deputado Manoel Junior em 2013, que, de acordo com o Ministério Público Federal, seriam para supostamente "pressionar representante do Grupo Schahin".
2. O deputado esclarece que apresentou dois requerimentos estritamente restritos ao seu trabalho parlamentar, membro titular que é da comissão de Finanças e Tributação da Câmara, é seu dever como parlamentar promover discussões de matérias pertinentes a situação financeira do País na referida Comissão. Não é verdadeira a afirmação de que o parlamentar tentou achacar ou pressionar quem quer que seja. Os requerimentos foram feitos após varias denuncias, inclusive na imprensa nacional, sobre o assunto.
3. O requerimento 205/2013 convocou os presidentes do Banco Central e do Banco BMG, além de representantes da Polícia Federal e do Ministério Público Federal para comparecer à Comissão de Finanças e Tributação, com objetivo tratar de assuntos denunciados pela imprensa, além disso, tal audiência jamais aconteceu, o que desmonta a tese de pressão ou achacamento. Esse requerimento passou quase seis meses sem ter sido ao menos discutido na CFT, e no final do ano foi arquivado.
4. Bem como, o requerimento 214/2013, também apresentado pelo deputado Manoel Junior convocando o Presidente do Banco Central para dar explicações nesta mesma Comissão de Finanças e Tributação, também foi sendo arquivado na reunião n. 67 de 2013, e a reunião de audiência pública, jamais aconteceu.
5. Apresentar requerimentos nas comissões e solicitar esclarecimentos sobre fatos públicos é prerrogativa do parlamentar, amparada pelo Regimento Interno da Camara dos Deputados (Art.24 - RICD). Convocar agentes públicos ou privados para prestar esclarecimentos e fortalecer a transparência pública faz parte do trabalho parlamentar e não pode ser considerado ato ilícito ou de coação, como sugere a citada reportagem.
6. O Deputado Manoel Junior sempre foi e sempre será entusiasta da Operação Lava Jato e espera que as investigações ocorram dentro de parâmetros legais, com base em fatos concretos, para que surtam o efeito desejado por toda a população brasileira.
7. O Deputado Manoel Junior reafirma ainda que agiu por sua livre e espontânea vontade como membro da CFT, comissão que atua desde 2007, já fez e apresentou centenas de requerimentos sempre que entendeu que o assunto merecia ser discutido por aquela comissão ou qualquer outra da Casa.



NOTA : Da assessoria de comunicação
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Quem é Dema Macedo

O Blogueiro Dema Macedo é considerado um líder comunitário dos mais atuantes em sua região no Bessa, com ampla participação nas comunidades ao redor, também foi presidente da Associação de Moradores no Condomínio Valparaíso. Suas ações consiste em fazer a ligação do poder público com as comunidades, procurando solucionar os problemas sociais, de infraestrutura e apoio familiar. Também participa ativamente do cenário político em em Cuité, município onde nasceu.
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