quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

ADVOGADA E EX-REPÓRTER DO "SUPERPOP" PROCURADA POR ENVOLVIMENTO NO PCC

Uma operação conjunta entre a Polícia Civil, que ficou conhecida como Ethos, e o Ministério Público decretaram a prisão de cinquenta e quatro suspeitos de envolvimento com a facção do Primeiro Comando (PCC), em São Paulo.


Dentro os acusados, está Luana de Almeida Domingo, de 31 anos, advogada e ex-repórter do programa SuperPop. Ela teria recebido da facção criminosa dinheiro para realizar transações em favor do grupo. O pedido de prisão preventiva foi expedido no dia 1º deste mês, mas a moça ainda não foi localizada. Luana impressiona pela beleza e costuma arrancar suspiro dos homens, o que não se esperava que ela tivesse envolvida com uma das principais grupos criminosos do estado. 

As investigações começaram no final de novembro e a polícia recebeu autorização para interceptar telefones e conversas de redes sociais. O que ficou constado é que a jovem era chamada de ‘doutora Carla’ pelos integrantes do grupo e tinha um código de acesso com o nome ‘R-35’. Ao que tudo indica a prisão foi pedida, pois os investigadores identificaram que a suposta ‘Carla’ era Luana e que ela mantinha conversas com Anna Fernandes Marques, e Marcelo Fernandes que também faziam parte do esquema da facção.


Ao que parece um grupo de advogados estava envolvido com o Primeiro Comando, e dentre eles a jovem também recebia dinheiro para exercer a profissão em favor dos criminosos. Segundo declarou a polícia, Luana tinha vários amigos em uma rede social que também faziam parte do esquema, dentre eles vários profissionais da mesma área. Além disso, conversas privadas entre os envolvidos ficaram constatadas o que corrobora ainda mais com a hipótese da polícia. A facção que opera em diversos setores tinha uma parte da organização conhecida como ‘R’, abreviação para ‘recrutistas’, que significa para a mais nova organização da quadrilha, o grupo de advogados que trabalhariam para os criminosos. Com o esquema o PCC lucrava anualmente cerca de três milhões de reais com transações no judiciário. Dos envolvidos, quarenta eram advogados e cinco continuam foragidos, inclusive Luana. Algumas das pessoas detidas já confirmaram que recebiam dinheiro da facção, uma espécie de mesada que poderia chegar a até oito mil reais. Ainda não foi noticiado o real envolvimento da moça com os criminosos.

fonte blasnews

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