quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

O TRISTE FIM DO REINO DO FAZ DE CONTA

Com os cenários de fantasias desbotados e rasgados restou o que sempre havia sido: ruínas de lixo e escuridão, soldos em atraso, casas da cura abandonadas e muita destruição.


Castelos fantasmas que se desmancham ao sabor do vento; passarelas infinitas que partem do nada e seguem para canto algum; palanques monumentais comidos pelas traças da própria ostentação e lacaios patéticos em sessões teatrais procurando perpetuar o caos no próprio tempo.

E assim se soube que aquele reino em que se vivia era apenas o império da fantasia inventado aos sábados e propagado pelos menestréis de conveniência. Restou uma rainha sem reino, vagando soberana em sua carruagem de vidros altos e escuros, sobre os escombros que ela mesma criou.

Por Ramilton Marinho 
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8 comentários:

  1. espetacular


    tinha que ser o doutor ramilton

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  2. Bela contextualização



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  3. gostei dos "menestréis de conveniência" MUITO BOM

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    Respostas
    1. ou seja babões


      muitom bom não, EXCELENTE!!

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  4. Contagem regressiva




    falta












    1 DIIIIAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA




















    para



    a



    posse






    do





    nosso





    prefeitão












    MORAL

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  5. PORQUE SERA Q UM PROFESSOR QUE DAR AULAS HORRÍVEL NA UFCG SE PRESTA A UM PAPEL DESSE DE POLITICAGEM , VÁ ESTUDAR MAIS PARA DAR AULA, QUE O PROFESSOR RUIM E ESSE, SE O NOVO TEMPO FICAR CHEIO DE GENTE ASSIM CUITÉ AGORA AFUNDA DE VEZ...

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