domingo, 15 de janeiro de 2017

FIM DA REBELIÃO NO MAIOR PRESÍDIO DO RN , AINDA NÃO SE SABE QUANTOS DETENTOS MORTOS

A imprensa potiguar é “ chapa branca” se fosse uma rebelião em um dos presídios da Paraíba certamente a informação estava às claras e não com informações desencontradas até o fechamento desta matéria.  Não se tem número oficial ,  relatos que pelo menos 40  detentos foram mortos informações extra oficiais o número passa de 100 , corpos jogados em fossas sépticas pelas facções rivais.


O Governo confirma o número de dez presos assassinados, durante a rebelião que deu início na tarde do sábado (14) e durou até o inicio da manhã deste domingo (15) na maior penitenciário do Rio Grande do Norte em Nísia Floresta que fica a 48 km de Natal. 

A Secretaria do Estado deu o toque de alerta a população, possíveis ataques externos poderiam acontecer, empresas de ônibus recolheram os veículos no início da noite do sábado em razão da última ação comandada de dentro do presídio em 2016 onde vários ônibus foram depredados e queimados.

O Governo do Rio Grande do Norte confirmou na noite deste sábado (14) que pelo menos dez presos foram assassinados durante uma briga entre facções criminosas na Penitenciária Estadual de Alcaçuz, em Nísia Floresta, região metropolitana de Natal (RN), que começou durante a tarde. Não há registro de fugas ou reféns.

Ficou visível o plano do comando da Segurança Pública, adentrar no presídio somente no dia seguintes onde foi duramente criticado por familiares de detentos e alguns juristas. O Governo alegou a necessidade de reforço policial na área externa do complexo penitenciário em razão de haver presos usados como escudo humano, não se sabe ao certo se houve negociação para evitar mais mortes de detentos. Ainda foi alegado que o BOPE, mas não entrou por falta de visibilidade durante a noite, já que foi cortada a energia do presídio. 

Superlotação
Maior presídio do Estado, Alcaçuz está superlotada. Com capacidade para 620 internos, conta atualmente com cerca de 1.200 presos.

Facções 
A penitenciária custodia presos das facções criminosas Sindicato do Crime do RN e PCC (Primeiro Comando da Capital)

Crise. 
O sistema penitenciário do Rio Grande do Norte enfrenta uma crise na segurança desde o ano passado. O domínio de facções criminosas que agem dentro e fora das unidades prisionais se intensificou desde março de 2015, quando os presos organizaram uma onda de rebeliões, depredaram as celas e ficaram soltos, todos misturados, nos pavilhões dos presídios do Estado.

Ajuda
O governo do RN informou que pediu para que o Governo Federal acompanhe a situação do Estado e mande reforço da Força Nacional, "o que foi autorizado prontamente", diz nota divulgada pela SECOM. 

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