terça-feira, 12 de dezembro de 2017

NOVA FLORESTA : GARI MILIONÁRIO , DIARISTA GANHAVA ATÉ 7 MIL REAIS .

O  ex-prefeito João Elias  ( meu Louro) é alvo de mais uma ação civil pública por ato de improbidade administrativa .  O número de ações que o ex-prefeito  enfrentar por acusação da malversação do  dinheiro público até agora  na região do Curimataú só perder para o ex-prefeito Bado Venâncio. 


Respondem junto com o ex-prefeito do  Meu Louro , seus auxiliares  e então ex-secretários José de Anchieta  e Costa  ( ex-tesoureiro) e a ex-servidora Maria do Desterro de Lima por contratação ilegal de garis e de dano ao erário da Prefeitura de Nova Floresta ,nos anos de 2009ª 2012 e de 2013 a 2016.   

A cidade mais limpa do Curimataú da gestão mais suja da região , contratou 161 pessoas para realizar o serviço de limpeza urbana  onerando os cofres do município variando de 167 mil em 2009, para mais de R$ 409 mil , em 2012. 

Segundo o MP a contração do pessoal realizar serviço público de natureza continua , dava-se à revelia da admissão por concurso público ou procedimento licitatório. 

O esquema funcionava através de um sistema de empenho em favor de um diarista , emitia nota fiscal e subscrevia um cheque no valor superfaturado , mas não ficava com o dinheiro , devolvia o montante à tesouraria , recebendo , em contrapartida , uma quantia bem inferior ao montante formalizado.  “ O restante ficava com a tesouraria que dava o destino dos valores até então ignorados “ disse o promotor.

O que chama atenção são as diárias , segundo apurou o MP no ano de 2009 , os gastos individuais com diaristas somavam , em média R$ 75,00 e R$ 105,00 . Depois de julho de 2009 esses valores passaram a ultrapassar de R$ 1 mil até R$ 7 mil , em 2014.  

O que o MP apurou não param por ai , dano ao erário no período de R$ 1, 1 milhão   “ Uma simulação , voltada para lesar os cofres públicos . No máximo cada pessoa recebeu um salário-mínimo , voltado para lesar os cofres públicos. “ disse nos autos. 

O Ministério Público requer de imediato bloqueios dos bens dos réus envolvidos até o valor do dano causado aos cofres públicos , entre outras penalidades de multas e direitos políticos cassados.

imagem ilustrativa 

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