sábado, 5 de maio de 2018

FATOS NOVOS : APÓS CONDENAÇÃO DA EX-PREFEITA DE CUITÉ PELA JUSTIÇA ELEITORAL , SUPOSTA AMEAÇA POR TELEFONE E VIDEOS COMPROVA COMPRA DE VOTOS.



Uma das testemunhas do processo 501-94.2016.6.15.0024 na Ação de Investigação Judicial Eleitoral _AIJE que levou a condenação da ex-prefeita de Cuité Euda Fabiana  e então candidato a prefeito Fabiano Valério (MDB), alega está recebendo ligação telefônica com tom de ameaças.
“Não conheci a voz, mas sei que se tratava de voz de homem “disse a testemunha.
Na tarde deste sábado (5) o ex-prefeito Bado Venâncio usou os microfones da 89FM Cuité para atribuir a um eleitor que fez a gravação da suposta compra de votos de “bandido” . Bado Venâncio acredita que no TRE essa sentença seja reformulada. 
Através de um áudio transmitido em outro programa na mesma emissora de rádio o senhor João Macedo, rebateu Bado e se diz ser  um homem de bem e ficha corrida limpa segundo ele ao contrário do ex-prefeito que tem condenação por malversação de dinheiro público.
O João Pescocinho, mais popularmente conhecido,  ainda afirmou que existem  diversos vídeos onde pode comprovar a compra de votos  e fez o desafio : Basta o senhor Bado autorizar a postar os vídeos nas redes sociais . Segunde ele não é apenas um , mais diversos vídeos onde a então prefeita Euda Fabiana, candidato a prefeito Fabiano Valério e irmão da ex-prefeita  fizeram  captação ilícita de sufrágio (compra de voto).
Considero um tiro no pé  proferir discurso do desespero, em tentar desqualificar a sentença da magistrada ao usar veículo de comunicação (rádio) sem embasamento jurídico e na ausência de uma fala de um jurista produz efeito contrário para o ouvinte.
De tudo isso que está ocorrendo na Política de Cuité na suposta compra de votos, além de penalizar os culpados servirá de lição em menos de seis meses das eleições. A justiça eleitoral pune com rigor, conforme a lei, quem tenta influenciar a vontade do eleitor com a prática de compra de votos.  
Para o TSE, para alguém ser condenado por compra de votos não é necessário verificar a potencialidade da conduta (compra de voto já é crime); é preciso que haja provas robustas e firmes contra o acusado para condená-lo.

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