terça-feira, 17 de julho de 2018

NOS 250 ANOS , FINALMENTE CUITÉ TEM UMA GESTÃO SEM NEPOTISMO .


A Capital do Curimataú , Cuité a serra das noites mais frias da paraíba  completa 250 anos e o atual prefeito Charles Camaraense (PPS)  lhes oferta  uma gestão sem  nepotismo e o fim das amarras do toma lá de cá , com rompimento do vice-prefeito acabou com a trinca do DNA por  indicação de familiares na gestão .

Respeito ao dinheiro público com pagamento em dia dos funcionários, aposentados e pensionistas dever de todos e feito por poucos . Nesta data comemorativa  será inaugurado pavimentação de ruas , reforma e ampliação de Escola.

Cuité se libertou do nepotismo , detentores do poder que por tanto tempo    lesaram o patrimônio público e se tornaram inelegíveis  por ato de improbidade administrativa. A consciência politica ainda precisa ser mudada ,  é preciso pavimentar ideias na cabeça do eleitor a compreensão de quem teve a oportunidade de ser gestor e foram condenados por malversação e dilapidação do dinheiro público .

Com seus erros e acertos , a atual gestão tem pontuado no ato republicano onde já colhe frutos do desenvolvimento em curto prazo perceptível do ponto de vista econômico e vedado aos olhos por agentes  da velha politica .   Que fiquemos do lado daqueles que querem uma Cuité mais afrente , assim escolher melhor seus representantes que lutem por ela , assim como foi a vitória pela instalação do campus da UFCG e pelo fica batalhão de policia , e não por aqueles que de forma sórdida tentaram subtrair do município. 

Parabéns Cuité , que se destaca pelo seu clima e suas  belezas naturais da serra de um  povo acolhedor e pacato.  Veja um pouco da história de Cuité , extraído de textos de historiadores . O documento abaixo é considerado a certidão de batismo de Cuité:

Escritura de doação para patrimônio que fazem o Tenente Coronel Caetano Dantas Correia e sua mulher D. Josefa de Araújo Pereira, de meia légua de terra na Serra chamada Cuité, ora regida pela freguesia do Seridó, para a Capela que na dita Serra, pretendem erigir com a invocação de Nossa Senhora das Mercês. Saibam quantos virem este público instrumento de escritura de doação para patrimônio da Capela que vai se erigir com a invocação de Nossa Senhora das Mercês, nesta Capitania, que no ano de mil setecentos e sessenta e oito, aos dezessete dias do mês de julho do dito ano, nesta povoação de Nossa Senhora do Piancó, da Capitania da Paraíba do Norte, no meu cartório compareceram partes presentes e outorgantes, a saber – Tenente Coronel Caetano Dantas correia e sua mulher dona Josefa de Araújo Pereira, moradores no lugar “Picos de Cima”, ribeira do Seridó, possuidores de parte de terras adquiridas por compra na Serra chamada do Coyté, aonde pretendem erigir uma Capela com a invocação de Nossa Senhora das Mercês, para patrimônio da qual disseram que doavam como de fato doaram, desde dia para sempre, meia légua de terras no lugar onde será erigida a dita Capela, principalmente, a dita terra doada no olho d’Água de Coyté, correndo para parte do norte, para a lagoa, com meia légua de comprido e uma de largura, a qual terra doada a quem diretamente pertence a administração da  dita Capela para o patrimônio da Igreja. E para constar lavrei esta escritura, a qual lida e achada conforme, assinaram com seus parentes, Capitão João Rothea, João da Gaya Gama Rocha e Tenente Luiz Pereira Bulcão, este a rogo da doadora, morador na ribeira do Seridó e os demais nesta Capitania. Eu, Antonio Gonçalves Réys Lisboa, Tabelião a escrevi. Documentos assinados por: Caetano Dantas Correa, a rogo da doadora Josefa de Araújo Pereira, Luiz Pereira Bulcão, João Dantas Rothea, João Gaya Gama Rocha. (MOBRAL, 1983, pág.36).




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