sábado, 11 de agosto de 2018

ESCOLA BENEDITO VENÂNCIO EM CUITÉ PROMOVEU PASSEIO CICLISTICO




Não poderia deixar de registrar o passeio ciclístico promovido pela Escola Municipal Benedito Venâncio de Cuité . Além da prática de esporte , tira alguns instantes para o lazer e proporciona as crianças e adolescentes sair um pouco da web. Parabens ao educadores da escola e que pelo menos uma vez por mês seja realizada um passeio ciclístico nas demais escolas com apoio ( segurança). 

Que venham mais passeios ciclísticos atrelada a educação de trânsito , orientar a distância mínima que o ciclista deve permanecer e mais campanhas educativas para que os condutores de veiculo respeite essa distância ( 1,5 m)  , falo isso porque perdi meu pai para violência do trânsito e de acordo com os autos do acidente o ciclista ( meu pai) estava na distância correta e o condutor do veiculo (caminhão) colidiu com a bike . A cidade de Cuité está em desenvolvimento , novos loteamentos e ruas largas somente para os carros onde deveria se pensar e futuras ciclovias . 

A distância que protege

Se analisarmos com calma as regras estipuladas pelo Código de Trânsito Brasileiro, perceberemos que ele visa fundamentalmente proteger a vida de quem utiliza as ruas, sejam eles motoristas, motociclistas, ciclistas, pedestres ou mesmo carroceiros. E é nesse espírito de convivência segura que foi estipulada a regra do metro e meio.
Um leve toque de retrovisor na ponta de um guidão de bicicleta faz com que ele vire para a direita, desequilibrando o ciclista para a esquerda e fazendo com que ele caia na via em meio aos carros. Não há destreza do ciclista que supere a física e a gravidade, portanto depois do toque é impossível impedir o processo de queda. Se o próprio carro que tocou o guidão não passar por cima de um braço ou perna da vítima, o veículo que vier atrás pode passar por cima de sua cabeça. Você não vai querer viver com essa culpa, certo?
E nem é preciso esbarrar no ciclista para que ele caia. O susto de um carro passando muito próximo ou muito rápido, ou até seu deslocamento de ar quando em alta velocidade, podem derrubá-lo da mesma forma, principalmente no caso de um ciclista iniciante ou idoso. E é por isso que ao art. 220 do CTB pede que o motorista reduza ao ultrapassar uma bicicleta.
Há vários motivos para ultrapassar a uma distância segura: o ciclista pode ter que desviar de um buraco (porque se não desviar, corre risco de cair na via); pode ter um desequilíbrio momentâneo que altere sua trajetória um pouco para o lado; o deslocamento de ar do veículo passando ao lado pode desequilibrá-lo; o espaço para ultrapassagem pode ser mal calculado e o retrovisor tocar o guidão.



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